Animação para a Faculdade – Entrega

April 24th, 2011

28 de Janeiro foi o dia de entrega da minha animação.
Não ficou mal, mas por falta de tempo, não a consegui fazer toda. FELIZMENTE, a professora deixa-nos continuar a trabalhar nas nossas animações durante o resto do ano, e que esse progresso também terá valor na nota. :)
Por isso, não a vou mostrar aqui no site para já. Vou esperar até ao fim do ano.

Em relação à aula da entrega, foi interessante, ainda que normal. Vimos as animações uns dos outros, demos e ouvimos comentários, coisas assim.
Ontem é que foi atribulado. Tinha de fazer três brinquedos ópticos relativos à minha animação: um flip-book, um taumatoscópio e um zootrope. Um desafio sem dúvida mas, guerreiro como sou, consegui acabar tudo. O mais fácil foi sem dúvida o taumatoscópio. O mais difícil foi o flip-book, porque tive de recortar todas as folhinhas, ordená-las e colar tudo. Felizmente, tive uma grande ajuda da senhora da papelaria. Aliás, foi ela que recortou a maior parte. Sem eu pedir. Há pessoas espectaculares. :)

A sério, fazer trabalhos manuais pode ser muito chato de pensar em fazer, mas quando deitamos mesmo as mãos ao trabalho e quando olhamos para o resultado final, é uma satisfação como nenhuma outra. No ano passado, eu tinha uma disciplina onde praticamente só fazíamos coisas dessas. Quando me via a acabar uma colagem, ou outra coisa, sentia esta satisfação e lembrava-me das coisas que fazia em miúdo (que eram semelhantes), e do entusiasmo que sentia. E ainda bem, porque durante algum tempo, esqueci-me de como gostava de o fazer. Estas aulas lembraram-me do prazer dos artworks analógicos. Demasiada tecnologia no nosso crescimento. Esquecemos-nos das coisas mais simples e talvez até melhores.

Além dos brinquedos ópticos, também tinha de fazer uma memória descritiva do processo todo da minha animação. Essa parte foi mais chata. Mas lá consegui acabar.

Fiquem à espera de mais updates sobre esta proposta. Boa Páscoa. ;)

Descoberta no meu Nintendo DS Lite

March 6th, 2011

“Está fechado! Mas ainda fala!”

Acabo de descobrir que é possível ligar o ecrã do Nintendo DS enquanto está fechado. Basta fazer uma pequena pressão no cartucho (é mais um “cartão”) do jogo, e a luzinha verde volta a ligar-se, e a música, se houver, volta a ouvir-se.

É incrível!

Até dá muito jeito. Há algum tempo, em 2007 e 2008, enquanto trabalhava, costumava deixar o DS ligado ao pé de mim só para ouvir a música dos jogos. Às vezes, pensava se seria possível ouvir a música com auriculares enquanto ele estava fechado. Finalmente descobri como fazê-lo, e os auriculares nem são necessários, são apenas um bónus. :D

A maneira como fiz esta descoberta é bastante simples. Estava com o Nintendo DS e ia pegar numa coisa. Fechei-o e deixei uma mão livre, e sem querer fiz pressão no cartucho. Não se deve fazer isso a não ser que o DS esteja desligado, porque se o cartucho sai com ele ligado, o jogo bloqueia. Para meu espanto, podia ouvir a música outra vez, mas não sabia se tinha feito o jogo bloquear. Quando vi que não tinha, experimentei fazer aquilo outra vez e o resultado foi o mesmo.

Vocês já sabiam que se podia fazer isso? Se sim, quando e como descobriram? Se não, esta informação vai-vos ser útil? Digam-me tudo nos comentários. ;)

Adivinhem. American Donuts! :D

February 20th, 2011

Mais uma vez, pessoas, encontrei um pacote de American Donuts. :) Não foi num Modelo ou num Pingo Doce. Foi numa loja de conveniência, tal como da última vez.

Claro está, eu já estava à espera que isso acontecesse. É que não falha. Enquanto houver American Donuts por comer, e ainda dentro do prazo de validade, as lojas continuarão a aproveitar os últimos dias para os porem nas prateleiras. Está provado.
Eu adivinhei que acabaria por voltar a encontrar American Donuts numa lojinha modesta com o prazo quase a acabar. Amanhã, para ser exacto. ;) Só não esperava encontrar hoje mesmo, que pontaria.

Até tirei uma fotografia quando cheguei a casa. (click!) Provavelmente os últimos do país.

Contem-me nos comentários as vossas experiências com comida que gostam de encontrar. (E se acham interessantes estes posts sobre American Donuts.)

Encontrei o meu espelho!

January 26th, 2011

Olá, pessoal.

É com grande entusiasmo que vos anuncio que finalmente encontrei o meu espelho.

Vocês, provavelmente, estarão a pensar: “Qual espelho?” ou “Quando é que perdeste o teu espelho?” ou “Tás vaidoso hoje, hã?”

Bem, sabem o espelho que uso nos meus vídeos para conseguir ver se a câmara está ligada ou a gravar? Se eu não tivesse perdido o outro, não estaria a usar este.
Nos meus dias do liceu, nas aulas de Desenho, começámos a trabalhar no auto-retrato, e eu precisava de um espelho. Então, arranjei um. Na loja, cortaram-me um com as medidas que eu pedi, e usei-o o resto do ano.
Já na faculdade, começámos a fazer desenhos em que também era preciso um espelho. Eu já não encontrava o meu, por isso, fiquei com um dos que estavam numa caixa na sala de aula. E passei a usar esse, o mesmo que tenho usado nos meus vídeos.
Mas na Segunda-feira, enquanto procurava material para fazer uns instrumentos de animação para a minha Proposta da Animação para a Faculdade (têm seguido esses posts? ), fui a um recanto do meu quarto a que já não ia há algum tempo, e encontrei o meu velho espelho, debaixo dumas réguas e embrulhado no mesmo jornal de sempre. :)

Fiz uns vídeos há uns dias que ainda não publiquei, onde falo um pouco mais dele (aquele que tenho usado, o que tem fita a toda a volta). Nos próximos, muito provavelmente, começarei a usar o meu original em vez desse. É um espelho muito melhor. É rectangular, não tem tinta seca em cima (deixada pelo dono anterior, quem quer que seja), enfim, tem melhor aspecto. Para não falar de ter tido a ajuda da minha mãe a arranjá-lo. <3

Por outro lado, pode ser que consiga melhorar as condições a fazer vídeos se usar dois espelhos. É. :)
Nos próximos vídeos que fizer, ficarei a saber melhor como. Talvez me ajudem a ver melhor o ecrã da câmara, ou sejam bons adereços, ou um deles fique bem no fundo, qualquer coisa.

O que é certo é que este espelho que usei na faculdade não é nada de deitar fora. Não tem pontas afiadas graças à fita e, além disso, foi o meu professor (que é um tipo fixe) que, estando eu a precisar, me indicou onde o arranjar.
Dois espelhos, e são os dois importantes para mim. :)

Até ao meu próximo post.

Animação para a Faculdade – Boas Notícias e Más Notícias

January 15th, 2011

Tenho estado a trabalhar na minha animação entre outras coisas, com o Natal e tudo, e acho que esta é uma boa altura para vos dar alguns updates. Dito isto, tenho boas e más notícias.

Comecemos pelas más notícias.
Enquanto fazia o storyboard, apercebi-me de que se calhar a história era muito comprida, e eu não teria tempo de o acabar e começar a animação a tempo, coisa que me apetecia fazer, porque já tinha várias ideias em mente, e queria começar a pô-las em prática. Então, por via das dúvidas, interrompi o storyboard e comecei a animar o que já estava nele. Caso a história fosse realmente muito comprida, pensei eu, quando tivesse acabado de animar estas cenas, saberia se valia a pena fazer a história até ao fim ou acabá-la ali mesmo.
Acabei por decidir mesmo acabar a história mais cedo do que tencionava e, assim, dar-lhe um novo fim.
E agora, as boas notícias.
Não se preocupem, pois a história até aqui já tem muito bom material, e acho que cortá-la aqui não a fará perder valor. Aquilo que já está no storyboard tem piada, mostra grande contraste entre o realista e o exagerado e quanto mais tempo passa, mais me apercebo de que aquilo que eu quero transmitir é melhor transmitido com a história assim sucinta, pelo menos para um trabalho da faculdade.

Como vos mostrei algumas coisas no meu último post, neste novo, vou fazer o mesmo e mostrar-vos um dos frames do filme. Click!

Fixe, não é? Como podem ver, só o ninja tem cor. É assim por quatro razões. Primeiro, o contraste entre os dois personagens fica mais saliente, pois vão ser os únicos com cor. Segundo, eu não cheguei a pensar na cor para os cenários tão detalhadamente, não sendo uma coisa que eu faça muito, na prática. Terceiro, como vai haver um concurso de animações a preto e branco entre faculdades, posso tentar entrar com este filme, limitando-me a tirar as cores aos personagens. Quarto, o Mickey Mouse também começou a preto e branco, e isso não o fez menos significativo. De facto, acho que conduzia melhor a atenção para a história, a inovação e a técnica presentes.

Claro que o resultado de agora pode não ser o definitivo. Há quase três anos, fiz um stop-motion para a faculdade, e não fiquei completamente satisfeito com o resultado. Por coincidência, tive de cortar algumas partes, neste caso por ser muito comprido para o limite imposto de um minuto. Também não tinha conseguido fazer a animação tão fluida como queria, e alguns frames duravam mais do que outros. Mas este Verão, decidi pegar de novo nas fotografias e, aplicando os meus novos conhecimentos de animação e stop-motion, re-criei o filme completamente, dando-lhe uma animação consistente de 15 fps (frames por segundo) e incluindo todas as partes. Agora, tenho uma animação stop-motion completamente feita, e estou muito satisfeito com o resultado. Faltam-lhe umas coisas de pós-produção para estar preparada para o upload e para a exposição.

Pronto, é tudo por agora. Fiquem à espera de mais updates. Provavelmente, só os farei daqui a umas semanas. Com a faculdade, é mais difícil gerir estas coisas.

Desejo-vos um Feliz 2011. :)

Animação para a Faculdade – Apresentação

December 11th, 2010

Olá!
Esta é a primeira vez que blogo sobre um projecto meu. Neste momento, estou finalmente a realizar o meu desejo de blogar sobre estas coisas. E quando acabar, vou ver como me sinto para fazer mais.
Li uma vez que quando se bloga sobre um projecto, sente-se ânimo para o continuar. :)
Olhem só, até adoptei “blogar” como um verbo para estas coisas.

Geralmente, quando faço um artwork ou um vídeo num trabalho para a faculdade, cujo resultado foi bom, quero publicá-lo, como faço com alguns projectos pessoais.
Ainda antes de começar este presente trabalho, fiz outros (incluindo alguns feitos antes do Roubo por Esticão (que aparece neste vídeo)) que gostaria de vos mostrar um destes dias, mas que ainda não consegui prepará-los para o upload e para a exposição. :P

Mas vamos então começar.

O meu trabalho é fazer um curto filme animado que dure pelo menos 2 ou 3 minutos. Tem de estar pronto até 17 de Janeiro. Feliz Natal…

Antes desse filme, tive de fazer outras “pequenas” coisas para me preparar, entre as quais, um ciclo de caminhada (walk-cycle) em animação tradicional e um outro numa posição diferente e em animação por cortes de papel (cut-out animation).
Mas esses, mostrarei mais tarde, assim como outros trabalhos cujo upload tenho adiado.

Para já, vou mostrar-vos um trabalho que acabei anteontem, 3 cartazes que vos vão dar uma ideia da história e o aspecto da animação:

Cartaz 1 (Introdução aos Personagens)
Cartaz 2 (Expressões Faciais e Corporais)
Cartaz 3 (Vistas dos Personagens)

O detective é igual ao que criei para uma história para uma cadeira do ano passado (Escrita Criativa :D ). Decidi pô-lo neste filme porque gosto do personagem, e porque assim tenho finalmente uma boa oportunidade para o tentar transmitir da minha cabeça para o papel. Em relação às coisas que na minha imaginação não eram bem claras, como a roupa, olhei para imagens na internet e fui copiando características à mão para ganhar prática a desenhá-las depois.

Porquê um ninja com um detective? Porque ninjas são espectaculares! :D

A história, a tal onde o detective aparece pela primeira vez, foi a primeira grande história que consegui escrever até ao fim, e em menos de um ano, e fiquei muito contente com o resultado.

A animação que escolhi fazer para este filme é a tradicional bidimensional. Frame por frame. Vou desenhar cada um no Photoshop e no Illustrator, para os traços serem limpos e para poder moldá-los vectorialmente, sem ter de me preocupar com ir apagando sempre que me engano.

O idioma vai ser em inglês para os alunos ERASMUS da minha turma conseguirem perceber. E para ser uma das poucas coisas que eu ponho no YouTube que pode ser visto internacionalmente. :P

AGORA, estou finalmente a desenhar o Storyboard. É a parte mais fixe porque posso definir os enquadramentos, os movimentos de câmara, as posições dos personagens, o desenrolar todo da história, etc., para saber como vou fazer quando for animar. É muito parecido com a banda desenhada, mas com mais pormenores. Com ele, podemos passar as nossas ideias para o papel rápida e eficazmente, antes que nos esqueçamos, e para depois podermos mostrar aos outros.

Estou a desenhar cada rectângulo do Storyboard no Photoshop com a minha Bamboo Fun. :)

Até à próxima, onde vos vou mostrar mais partes deste projecto e dizer-vos como está a correr. :)

Semelhanças entre Nights into Dreams e Zelda Spirit Tracks

December 9th, 2010

Read this in English here (soon)

Nights Spirit Tracks

Comprei em Setembro o jogo The Legend of Zelda: Spirit Tracks. Acho que é tanto um bom jogo de Zelda como de Nintendo DS. :)

Há um outro jogo, Nights into Dreams, na Sega Saturn, que já conheço há uns bons anos.

O criador do Super Mario e do The Legend of Zelda, Shigeru Miyamoto, disse uma vez que se havia no mundo algum jogo que ele desejava ter criado, era o Nights into Dreams. É uma das muitas provas de como este jogo é algo de extraordinário. O seu criador, Yuji Naka, e toda a equipa merecem os elogios.
Eu achei este jogo impressionante, tanto pela música como pelas cores, o conceito, etc. E era, simplesmente, no fim de contas, um jogo que dava mesmo para se ver que era da SEGA, com aquele sabor característico que os jogos da Nintendo não transmitem.
Ou transmitem?

Apesar do Nights estar numa consola da SEGA e ter mais de dez anos, e o Spirit Tracks estar no Nintendo DS e só ter um ano, não pude deixar de encontrar semelhanças entre os dois.

Como o Miyamoto não trabalhou no Spirit Tracks tão de perto como o Eiji Aonuma, estas semelhanças subtis em que eu reparei podem ser apenas coincidências. (Ou coisas já muito habituais em jogos do género, e eu é que não conheço tantos. Same difference. :P ) De qualquer forma, achei que seria fixe partilhar as minhas ideias convosco. Então, aqui vai.

Estas semelhanças que vou descrever aparecem no fim dos dois jogos, por isso vou pôr esta palavra em baixo:

SPOILERS!!!

No Spirit Tracks, quando chegamos ao Dark World (o último cenário com caminhos de ferro), apanhamos Tears of Light ao longo das linhas que transformam o comboio num drill comet dourado, que nos permite dar cabo dos Dark Trains, comboios que nos têm andado a tentar matar ao longo do jogo. :D E aí, ao soarmos o apito, podemos acelerar, deixando os Dark Trains sem escapadela possível. :D (Porque é que não podemos fazer isto mais cedo no jogo?)
O que é que isto tem em comum com o Nights, perguntam vocês? Este Dark World lembra-me o último nível do Nights, Twin Seeds. Basicamente, são ambos níveis mais obscuros que os anteriores. De qualquer maneira, vai ficar mais interessante a partir daqui. Quando apanhamos uma Tear of Light e o comboio se transforma, a música muda de uma obscura para uma mais alegre, subtilmente parecendo-se com o princípio do Twin Seeds, em que a música primeiro é séria, mas mal começamos a voar, muda para uma alegre. Para não falar do facto que a música começa com o nosso personagem a elevar-se no ar a executar um drill. Ah, é verdade. O Nights faz isso o jogo todo. Enquanto voamos, podemos acelerar pondo-o em drill. Estão a ver? Uma grande coisa num jogo tem um pequeno papel noutro.

A segunda semelhança acontece após os créditos dos dois jogos. “Uau”, dirão vocês. “Ah-hã”, responderei eu. Quando os créditos acabam, vemos uma cutscene, também nos dois jogos. Mas isso não é nada. Quando essa cutscene está a acabar, a câmara começa a elevar-se no ar enquanto se ouve uma versão modificada da música de introdução dos dois jogos. Esta forma de terminar o jogo dá-me, pelo menos a mim, uma sensação de “accomplishment” muito característica.

Mais duas pequenas semelhanças que queria partilhar:
- No fim das duas cutscenes há uma torre. (pausa para reacções) A única diferença é que no Nights, a torre está bem perto da câmara e essa está a subi-la. No Spirit Tracks, vemos a torre ao longe, e não no centro. (Podem ver as duas torres nas capas dos jogos em cima.)
- A música que se ouve durante a batalha final no Spirit Tracks é uma junção da música de introdução com a da viagem de comboio, mas há algumas partes que me lembram a música de batalha do Nights vs. Reala. Podem comparar as músicas nos links.
Para uma comparação melhor, vejam, por exemplo, a primeira música a partir dos 0:57, e a segunda a partir dos 0:29. Há outras partes assim parecidas entre as duas.

Os créditos do Nights são bem mais fixes do que os do Spirit Tracks, no sentido em que, logo que começam, fico com a sensação que acabei de ver um filme de animação épico. :) Mas gosto mais da música e da própria cutscene final do Spirit Tracks. São agradáveis e acontecem mais coisas.

Podem ver os finais dos dois jogos nos links em baixo:

Fim do Elliot no Nights into Dreams (a cutscene depois dos créditos começa a partir dos 7:20)
Um dos fins do Spirit Tracks (a cutscene depois dos créditos começa a partir dos 7:22)

Fim dos SPOILERS!!!

E é isto que eu encontro em comum entre os dois jogos, cujo mais recente, quem sabe, poderá vir a ser também um clássico.

Poderá Shigeru Miyamoto ter conseguido transmitir alguns pontos marcantes do Nights para um dos seus jogos? Será obra de outra pessoa mais perto da produção que também gosta desse jogo? Ou será pura coincidência? O que é que acham?

Já jogaram o Nights into Dreams? Ou o Spirit Tracks? Não os jogaram, mas conhecem-nos? O que acham deles? Acham-nos tão parecidos como eu? Ou discordam?
Deixem as vossas ideias e opiniões nos comentários em baixo.

A Tecla L do meu Nintendo DS Lite

December 9th, 2010

Faz parte da vida de cada um de nós que joga jogos de consola ficar com uma tecla do comando a deixar de funcionar.

O meu Nintendo DS Lite tem a tecla L a funcionar mal já há dois anos. Mas é um caso estranho de mau funcionamento. É assim:
Num dia normal, a tecla funciona raramente. Deixo de conseguir jogar o jogo como gosto. Felizmente, não tenho nenhum jogo onde essa tecla é indispensável. Mas mesmo assim, gosto mais de fazer boost no Sonic Rush Adventure (nos níveis da waterbike) com o L do que tocar no ecrã duas vezes. É muito mais rápido, na minha opinião. E no Super Mario 64 DS, quando escolho jogar com as teclas, é uma seca não poder usar o L para pôr a câmara outra vez atrás do Mario, e ter de usar os “manípulos” no Touch Screen. E no Zelda Spirit Tracks, é muito mais rápido e interessante usar um item quando, para o activarmos e usarmos, só precisamos de estar a segurar na tecla. Eu digo isto porque, por causa destas inconsistências, quando comprei o Spirit Tracks, decidi que não iria usar essa tecla. Mas quando decidi experimentar e vi que ela não falhava (e que era melhor do que clicar no item), continuei a usá-la. Como será que isto aconteceu? Eis como: a tecla, aparentemente, volta a funcionar perfeitamente quando compro um jogo novo. Novidade, ela volta a deixar de funcionar poucos dias depois.
Pois é. Quando arranjo um jogo novo, a tecla L volta a funcionar como se nada fosse, só que por alguns dias. Depois, falha uma vez, outra vez e outra… Até já não funcionar completamente.
Começo a pensar que não é um problema do hardware, mas do software.
Desde quando é que tal coisa ocorre numa consola? É deveras peculiar…

Esta pode ser pelo menos parte da razão do problema: O plástico ao pé da tecla está “rasgado”. Meio centímetro até ela. (Vou ver se vos mostro fotografias depois.) Não me lembro quando apareceu. Mas, também, já deve ter sido há uns bons anos.

É uma chatice ter uma tecla a não funcionar.
MAS NÃO FAZ MAL, porque vou mandar o DS à Nintendo Ibérica para o arranjarem. (O resultado deverá ser melhor do que se o mandar para uma loja de consolas local, por isso…) Eles deverão substituir as partes estragadas e, quem sabe, o plástico rasgado.

Ou… Aproveito para comprar outro jogo. :P Assim, jogo esse e os outros jogos que quero jogar com a tecla L. (heh heh heh)

Comentem em baixo se já vos aconteceu alguma coisa parecida, ou se sabem (ou acham que sabem) qual é o problema. Acham que é do hardware? Do software? Acham que a tecla tem inteligência própria e cansa-se depressa dos mesmos jogos?
Comentar é fácil e faz bem à saúde. Para mais informações, consulte o seu médico de família.

Avatar Extended Collector’s Edition

November 26th, 2010

Foi finalmente lançado o DVD e o Blu-ray do Avatar. …com Extras. :D

O único problema são as versões estendidas do filme que vão estar incluídas. Duas versões novas.

Este Verão, na América (e na maior parte do mundo), o Avatar foi posto de novo no cinema com 8 minutos extra. Os meus primeiros pensamentos foram: “O que quer que possa estar nesses 8 minutos não acrescentará nada de especial ao filme.” E: “No máximo, será mais um monte de cenas visualmente agradáveis.” E ainda: “O James Cameron está simplesmente a tentar lucrar o máximo possível do seu filme.” É que a história já está tão bem como está, que parece que mais cenas só vão estragar o filme.

Pelo que li há uns meses sobre as versões mais longas do filme é que vai haver uma versão estendida da cena de acasalamento entre o Jake e a Neytiri, uma cena com o Tsu’tey bêbado e a cena estendida do Jake a domar o Toruk. Pelo menos a primeira, pelo trailer, já se sabe que é verdade.

Parece-me que a maneira como vimos o filme pela primeira vez é que é a importante e que as versões alongadas não deviam ser tomadas como a história verdadeira. Deviam ser uma amostra daquilo que podia mais ter acontecido, mas não aconteceu.

Por outro lado, quando ouvi falar pela primeira vez no Avatar 2, também achei uma péssima ideia, tanto como estender o filme original. É que o primeiro filme tinha ficado tão bem, na minha opinião, tinha acabado da melhor maneira possível, e o que quer que fosse acontecer a seguir caberia somente ao espectador imaginar. Era o tipo de filme que mal acaba, nós pensamos “É isso! Não mexas mais!”
Mas agora, já me habituei à ideia e acredito que o Avatar 2 vai ser um bom filme, tal como foi o Exterminador Implacável 2, uma das melhores sequelas de sempre, e um dos meus preferidos. É outro filme do James Cameron, que me mostra que ele sabe fazer sequelas. (Sabem o Exterminador Implacável 3? A história não faz sentido, pois não? É porque não foi o James Cameron que o fez. Hah!)

Acabei por me habituar à ideia da sequela. Percebi que era uma pena reduzir aquele mundo só a um filme. E agora que há versões estendidas do primeiro, decidi que vou vê-las com uma mente aberta.
Se não acrescentarem nada ao filme, serão pelo menos bonitas de ver. (Porque, convenhamos, eu adoro a parte visual do Avatar.) :) Se acrescentarem de facto alguma coisa, se calhar já não lhes chamarei Avatar 1.2 e 1.3. Pode ser que as queira ver mais que uma vez.

Tal como já me habituei à ideia da sequela, depois de ver o trailer do Blu-ray que está para vir, e ver que houve gente que no Verão tenha achado a Edição Especial boa, estou agora mais curioso ainda para ver as versões estendidas. Não sei se acrescentarão algo útil ao filme, nem me interessa. Estou ansioso para ver “mais” do filme. Estou curioso para ver a abertura alternativa, todas as novas cenas, as cenas cortadas (ah, já agora, sabiam que uma das cenas cortadas não estará disponível nos extras, porque o James Cameron diz que a vai usar no Avatar 2?), as featurettes e todos os extrazinhos que possa ter.
Adoro as fotografias do filme nas capas interiores do Blu-ray. São algo que eu sempre quis ter deste filme. Será um Blu-ray/DVD que vou gostar de ver sem sequer pô-lo no leitor. ;)

O que é que vocês acham? Querem ver as versões estendidas tanto como eu? Acham que vão ser apenas bonitas de ver? Não querem saber do filme para nada? Deixem as vossas opiniões nos comentários em baixo.

Uma história parecida:
Quando eu soube do Toy Story 2, fiquei desapontado. Achava que nenhum filme da Pixar devia ter sequelas. Achava aqueles personagens de aspecto único tão especiais que deviam estar num filme apenas. Mais do que isso iria torná-los chatos. Mas entretanto, habituei-me à ideia, gostei da sequela e posso hoje ver que os mesmos personagens continuam tão únicos como antes, por causa da própria Pixar, pela sua maneira especial de fazer os seus filmes, que os distingue dos da Disney, da DreamWorks, etc. Além disso, ao me habituar ao Toy Story 2, também passei a achar que o Toy Story é dos filmes da Pixar que mais merece sequelas. Há sempre mais alguma coisa para contar ou mostrar. Depois desta trilogia, acho que devia haver outra.

Vejam o trailer da Extended Collector’s Edition aqui.

Parentes Afastados dos Quase Extintos American Donuts

October 25th, 2010

Este Verão, voltei a encontrar American Donuts, à venda numa loja de conveniência lá para Lisboa, e também com o prazo de validade quase a acabar. Cheguei a tirar fotografias, mas… Yours Truly enganou-se e apagou todas as fotos da câmara em vez de só um vídeo. Ao menos, temos as memórias, não é?

Entretanto, a partir de Setembro ou fim de Agosto, comecei a encontrar em cafés, bolos de chocolate que têm um sabor muito parecido com o dos American Donuts. Têm recheio de chocolate, não têm buraco, tal como os American, mas também não têm neve doce por cima. Em vez disso, há fios de chocolate a percorrerem a parte de cima toda. É um bolo muito saboroso.

Não sei quem teve a ideia de os fazer, mas são incrivelmente parecidos com os American Donuts. Eu diria mesmo que são primos afastados. Já temos os descendentes e agora, chegaram estes.

Já conhecem estes bolos? Têm saudades dos American Donuts? Não se esqueçam de comentar.

PS: *música de fundo* Lista dos posts que você possivelmente não leu, mas que eu vou transmitir a você. Em forma de frase, links em comboio, tudo certinho, bem seguidinho, pra facilitar a consulta. De você.

Sobreviventes do Desaparecimento dos Lendários AD; Descendentes dos Inigualáveis AD.

Queira derreter-se com estas delícias.